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sexta, 13 novembro 2015 16:17

Táxis pretos de Londres vão ser elétricos

Os tradicionais táxis pretos de Londres vão ser eléctricos a partir de 2018, mas mantendo a aparência exterior.

O futuro modelo já tem nome: TX5, terá tecto de vidro e a grande diferença é que não utilizará combustível diesel, mas antes energia elétrica.

A construtora automóvel chinesa Geely deverá entregar os novos 'cabs' em 2017 à "The London Taxi Company" para começarem a circular no ano seguinte na cidade londrina.

A medida tem como objectivo reduzir as emissões de CO2 e, mais concretamente, tem por base a recente política da cidade de emissões zero, num projecto que terá início a partir de 2018.

A empresa investiu já 250 milhões de libras (350,6 milhões de euros) na nova fábrica, que irá produzir 36 mil veículos por ano, estando confirmada a intenção de exportar este veículo para outros mercados, além do britânico.

quinta, 05 novembro 2015 09:29

Projecto da linha Évora-Caia só inclui uma via única para mercadorias

A Infraestruturas de Portugal lançou um concurso público para a elaboração do projecto de execução da via férrea Évora – Caia (fronteira com Badajoz), num valor que ronda os 11,5 milhões de euros, tendo para o efeito convidado nove empresas ou agrupamentos de empresas projectistas.

O objectivo é concluir os 90 quilómetros em falta entre Évora e a fronteira espanhola completando assim o famoso eixo Sines-Badajoz, apresentado há décadas como uma prioridade no investimento ferroviário.

Esta linha para mercadorias já chegou a estar adjudicada ao consórcio Elos durante o último governo de Sócrates, no âmbito do projecto de alta velocidade. Entre Évora e Badajoz estava prevista a construção, no mesmo corredor, de uma via dupla para o TGV ao lado da linha de via única para as mercadorias.

Passos Coelho viria a anular o concurso (subsistindo ainda hoje um diferendo acerca da indemnização a pagar ao consórcio), mas quatro anos depois é lançado este concurso que recupera apenas a via única para mercadorias, ignorando as economias de escala em deixar já preparado o corredor para, no futuro, se instalar a via dupla de alta velocidade.

Fonte oficial da Infraestruturas de Portugal (nova designação da Refer) disse ao PÚBLICO que "a construção desta nova linha não inviabilizará a alta velocidade, caso venha a ser decidida a sua implementação", mas a mesma fonte também confirma que o projecto agora lançado a concurso prevê apenas os investimentos estritamente necessários para a via única.

É o caso das pontes, trincheiras e aterros, que apenas serão feitos para a linha de mercadorias, mas que poderiam ser já construídos com um pequeno acréscimo dos custos, ficando a infraestrutura de base já preparada para o futuro.

Tem sido, aliás, esta a prática da Refer nas últimas décadas e dos caminhos-de-ferro portugueses desde há mais de cem anos. No século XIX as linhas do Leste e do Norte foram construídas em via única, acomodando logo todos os equipamentos para serem duplicadas. E a linha do Barreiro a Beja, há 150 anos, também foi preparada para a via dupla, o que significa que nas pontes estão previstos espaços para dois tabuleiros e que as trincheiras e aterros foram feitos de forma a acomodar uma segunda linha.

Mais recentemente, todas as passagens superiores construídas em linhas de via única contemplam também largura suficiente para a duplicação da via férrea.

Outro exemplo é o túnel (preparado para uma linha ferroviária em via dupla) à saída da ponte 25 de Abril, que foi construída em 1966 e esteve mais de 30 anos sem utilização até à inauguração do comboio na ponte em 1999.

Um ex quadro da Refer, que pediu o anonimato, disse ao PÚBLICO que a presente decisão de ignorar a preparação para uma futura linha ao lado da via única que se pretende construir é resultado de alguma perda de know how ferroviário motivado pela fusão da Refer com a Estradas de Portugal, prevalecendo agora na novel empresa um cultura mais rodoviária. "Trata-se de uma decisão que não pensa globalmente", disse.

Segundo a Infraestruturas de Portugal, o concurso para as empreitadas da linha Évora – Caia estão previstos para o último trimestre de 2016, devendo a construção decorrer até 2020.

terça, 30 junho 2015 08:55

Évora: Lux Hotels prepara-se para abrir hotel com temática do azeite

A cadeia, que tem três hotéis em Fátima, um em Lisboa e outro no Porto, vai abrir em breve uma nova unidade em Évora que terá o azeite como temática, o Évora Olive Hotel.

A nova unidade, que deverá abrir ainda este ano, vai denominar-se Évora Olive Hotel e ostentar a classificação de quatro estrelas, situando-se no edifício do antigo centro comercial Eborim, na Cidade Património Mundial.

Rui Torrão, um dos administradores da cadeia Lux Hotels, explicou durante um congresso realizado na passada sexta-feira em Ferreira do Alentejo, integrado na Feira Nacional da Água e do Regadio, que o hotel "vai ter como tema central a olivicultura e o azeite" e que se tratará de uma unidade com 70 quartos.

A escolha de Évora para este investimento, disse Rui Torrão, deve-se ao grande crescimento da cidade e da região em termos turísticos e que fica "acima da média do país".

O projecto, orçado em 5,5 milhões de euros, recebeu apoio de fundos comunitários e foi neste âmbito, segundo explicou Rui Torrão, que surgiu a ideia de utilizar o azeite e a oliveira como tema.

Assim, e dando corpo a esta temática, espaços públicos como o Spa, onde haverá tratamentos que terão o azeite como componente, o restaurante, o bar e a esplanada bem como um pátio interior mas ao ar livre, terão o azeite como tema central.

Neste pátio, que une os dois edifícios que compõem a unidade hoteleira, será mesmo criado o "Pátio das Oliveiras onde será possível observar várias espécies de oliveiras", disse o responsável, acrescentando que será também feita uma aposta ao nível dos amenities também como subproduto do azeite.

Por último, o hotel terá uma loja onde será possível adquirir azeites alentejanos e outros produtos da região como "vinhos, queijos e enchidos".

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