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terça, 17 fevereiro 2015 09:49

Compra dos KC-390 por Portugal seria "muito relevante"

O presidente da Embraer Portugal, Paulo Marchioto, assumiu que seria "muito relevante" para a empresa se Portugal decidisse comprar o novo avião militar KC-390, a "maior" aeronave "de sempre" da construtora aeronáutica brasileira.

"Todo o cliente é muito importante para a empresa e, principalmente, se nós tivermos Portugal, que faz parte da conceção e da fabricação do avião. Seria muito relevante que essa compra fosse efetivada", afirmou Paulo Marchioto, em entrevista à agência Lusa.

O responsável da Embraer em Portugal argumentou que o cargueiro militar KC-390 é um avião "projetado para o futuro" e para "atender às necessidades do mercado", pelo que a empresa confia "plenamente" que "vários países" o "vão utilizar nas suas missões".

Questionado sobre se acredita na aquisição da aeronave por parte de Portugal, para substituir os atuais aviões Hércules C-130 da Força Aérea, Paulo Marchioto admitiu estar "torcendo muito" para que tal aconteça, mas escusou-se a comentar, em detalhe, esse processo.

"Essa questão da comercialização é uma tarefa da nossa unidade de Defesa e Segurança [uma das unidades de negócio do grupo Embraer], juntamente com o Governo português. Eu não tenho dados", limitou-se a acrescentar.

Portugal está envolvido no projeto do KC-390 através do Centro de Excelência para a Inovação e Indústria (desenvolvimento e testes) e das unidades da Embraer no país: as OGMA, em Alverca, e as fábricas de Évora (construção de componentes).

Tal como outros 30 países, Portugal assinou uma carta de intenção de compra do KC-390, de até seis jatos.

O ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, afirmou, no passado dia 04, que a decisão para aquisição das aeronaves, para a Força Aérea, pode vir a avançar este ano.

José Pedro Aguiar-Branco, que falava numa audição na comissão parlamentar de Defesa, revelou que o ministério aguarda uma proposta de preço e sobre as capacidades das aeronaves por parte da Embraer, não existindo "condições neste momento para tomar uma decisão".

"O que é importante é que há condições para que eventualmente em 2015 se tome uma decisão do ponto de vista político e financeiro", afirmou Aguiar-Branco.

A nova aeronave da empresa brasileira, a terceira maior construtora aeronáutica do mundo, foi apresentada oficialmente ("roll-out") a 21 de outubro do ano passado e realizou este mês, no dia 03, com sucesso, o seu primeiro voo (para avaliação da qualidade e desempenho).

"Foi muito gratificante vermos o maior avião da Embraer fabricado até hoje a voar com partes e peças fabricadas em Évora", algumas delas "peças significativas e estruturais importantes", realçou à Lusa Paulo Marchioto.

O primeiro voo de um avião "é uma coisa única" e o fabrico desses componentes "com a mão-de-obra local", das unidades inauguradas em Évora a 21 de setembro de 2012, "foi muito importante", constituindo "uma marca que vai ficar para estas fábricas da Embraer em Portugal", congratulou-se o responsável.

O KC-390, segundo a Embraer, é um avião que poderá ser usado para o transporte e lançamento de cargas e tropas, reabastecimento aéreo, busca e resgate e combate a incêndios florestais.

segunda, 16 fevereiro 2015 09:22

Fábricas da Embraer em Évora vão aumentar número de trabalhadores em 30%

O presidente da Embraer em Portugal está a diversificar a actividade das fábricas da brasileira com a introdução de mais componentes.

As fábricas da Embraer em Évora já empregam "quase 300 funcionários" e, este ano, a construtora aeronáutica prevê aumentar o número de trabalhadores em cerca de 30%, revelou à Lusa o presidente da empresa em Portugal.

No ano passado, "praticamente, duplicámos o nosso efectivo e chegámos ao final de 2014 com quase 300 funcionários, a maior parte oriunda de Évora ou da região", adiantou Paulo Marchioto, presidente da Embraer Portugal.

Em entrevista à Lusa, o responsável disse também que "a maior parte" dos trabalhadores foi formada através da colaboração estabelecida com o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP): "Esta parceria tem-se mostrado muito boa".

"Tem sido muito gratificante a velocidade de aprendizagem que os nossos colaboradores têm demonstrado", elogiou, revelando que, para este ano, a empresa tem "um planeamento do crescimento da força de trabalho em cerca de 30%".

Inauguradas em 2012, após um investimento de quase 180 milhões de euros, as duas fábricas de Évora da construtora aeronáutica brasileira - uma de estruturas metálicas e outra de materiais compósitos - estão a cumprir "rigorosamente" o cronograma planeado.

A previsão é a de que, "dentro de dois anos", as unidades estejam "a voar em voo de cruzeiro", ou seja, atinjam a capacidade plena, mas, para já, o responsável da empresa em Portugal escusou-se a abordar uma eventual expansão.
"Primeiro precisamos de ter a capacidade plena. A partir daí pensamos em aumentar. Um passo firme de cada vez", argumentou.

Quanto ao centro de engenharia e tecnologia criado no ano passado, igualmente em Évora, para o desenvolvimento de peças e estruturas em materiais compósitos, já "começou a trabalhar" e tem em curso "o processo de contratação de colaboradores".

A empresa prevê que a estrutura, dirigida por Sérgio Carvalho, conte com "pelo menos 20 colaboradores", este ano.

Segundo Paulo Marchioto, em 2014, as fábricas da cidade alentejana tiveram "um ano muito desafiante" e um dos factos a realçar foi o de se terem tornado fornecedoras das "três unidades de negócio [da Embraer] no Brasil".

"Procurámos diversificar a actuação, inserindo os produtos de Évora nos mais diversos produtos da Embraer e trabalhando para a unidade comercial, a unidade executiva e a de defesa e segurança", resumiu.

Nas fábricas alentejanas, são produzidos componentes para o avião executivo Legacy 500 (asa, empenagens vertical e horizontal e, como novidade conseguida em 2014, o cone traseiro), para o comercial E1 (revestimentos de asa) e para a nova aeronave militar KC-390 (revestimentos de asa e empenagens).

Outro dos destaques de 2014, segundo Paulo Marchioto, foi o de conseguir envolver a fábrica de estruturas metálicas no novo programa de aviação comercial da empresa, os aviões E-Jets E2, o que levou à ampliação da área coberta da unidade, cujas obras estão quase terminadas.

"Estamos a trabalhar nos protótipos deste novo produto, que é o mais avançado da Embraer", disse, precisando que a fábrica produz "os revestimentos da asa" do E2 e que, agora, no início deste ano, devem seguir "as primeiras remessas para o Brasil".

Além disso, revelou, também a fábrica de materiais compósitos vai passar a estar envolvida no processo ligado aos protótipos do E2, com o fabrico do "estabilizador horizontal" da aeronave.

Paulo Marchioto, assumiu ainda que seria "muito relevante" para a empresa se Portugal decidisse comprar o novo avião militar KC-390, a "maior" aeronave "de sempre" da construtora aeronáutica brasileira e que tem vários componentes a ser produzidos em Portugal.

"Todo o cliente é muito importante para a empresa e, principalmente, se nós tivermos Portugal, que faz parte da concepção e da fabricação do avião. Seria muito relevante que essa compra fosse efectivada", afirmou.

A Lei da Programação Militar prevê cerca de 40 milhões de euros para investimento inicial na compra de seis destes aviões, que começarão a ser entregues em 2016. Mas antes a Força Aérea Portuguesa irá renovar os actuais C-130.

quinta, 12 fevereiro 2015 09:13

Évora: Unidade de neonatologia vence prémio da Missão Sorriso

A Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais do Hospital do Espírito Santo de Évora E.P.E venceu um dos prémios da Missão Sorriso 2014, do Continente.

Desta forma a Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais do Hospital do Espírito Santo de Évora pretende alcançar a certificação da Federação Internacional do Programa Newborn Individualized Developmental Care and Assessment Program (NIDCAP) e, desta forma, melhorar e prestar de serviços de maior qualidade aos nossos pequenos guerreiros e suas famílias.

No interesse cada vez maior em compreender o bebé prematuro e avaliar a adequação dos procedimentos de cuidado é imperativo que os cuidados ao prematuro sejam pensados e empregados de forma individualizada. Neste sentido, o Newborn Individualized Developmental Care and Assessment Program - NIDCAP, é um programa que pressupõe o cuidado individualizado do recém-nascido prematuro e a sua família, sendo esse cuidado voltado para o desenvolvimento e ajustado às necessidades do prematuro.

Os cuidados centrados na família e voltados para o desenvolvimento são uma filosofia de cuidados onde se pretende que o sentido de pertença seja devolvido aos pais prematuros, permitindo-lhes serem peritos nos cuidados do seu filho. O prematuro assume um papel activo, sendo parte integrante dos cuidados, nos quais o enfermeiro interpreta os seus sinais e orienta todos os cuidados, para que esta relação decorra com êxito. Não se trata de uma meta a atingir, mas sim um percurso que se pode considerar tumultuoso, no qual o prematuro tem a delicada tarefa de completar a trajectória de desenvolvimento que iniciou no útero.

O Hospital do Espírito Santo de Évora E.P.E. foi considerado Hospital de Apoio Perinatal Diferenciado em 2001, assegurando a prestação de cuidados intensivos, sendo a Unidade de referência de toda a Região Alentejo e recebendo recém-nascidos doutros distritos fora do Alentejo. Esta Unidade tem como missão a prestação de cuidados diferenciados ao recém-nascido (RN) no período Neonatal com Qualidade, Segurança e Humanização, não descurando dos seguintes valores: Direito à vida, Individualidade do ser humano, Dignidade, Privacidade, Saúde e Identidade.

O Hospital de Évora esteve representado pela Unidade de Neonatologia na cerimónia de entrega de prémios, que decorreu no Centro Hospitalar de São João do Porto, no dia 10 de Fevereiro.

Felicita-se toda a Equipa da Unidade de Neonatologia pela iniciativa, empenho e determinação na conquista deste prémio que muito honra o Hospital do Espírito Santo de Évora, E.P.E.

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