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terça, 07 abril 2015 08:15

Évora com dois novos hotéis este ano

Os dois novos empreendimentos, um do Grupo Vila Galé, outro do Grupo Lux Hotels, ofereceram em conjunto mais de 250 quartos e vão aumentar a oferta turística de qualidade desta zona alentejana. Mas Évora aspira a um maior crescimento deste tipo de oferta.

Carlos Pinto de Sá, presidente da Câmara de Évora, afirma que a aposta do município se baseia na diversidade e qualidade dos serviços oferecidos e não na "massificação" dos mesmos. Com maior oferta a autarquia pretende chegar a um maior número de turistas e atraí-los a estadias mais longas na cidade.

É já dia 25 deste mês que abre portas o Vila Galé Évora. Resultante de um investimento de 15 milhões de euros, o hotel encontra-se a dois minutos do centro histórico da cidade, junto às muralhas.

Segue-se a inauguração do novo hotel do grupo Lux Hotels, em Julho. Foram investidos 5,5 milhões de euros na reconversão do antigo edifício do centro comercial Eborim num espaço inovador que aposta no olivoturismo nesta região que produz grande percentagem do azeite nacional.

segunda, 06 abril 2015 13:20

Embraer quer fabricar novos jatos em Évora

A Embraer, dona da OGMA, quer trazer para as fábricas de Évora a produção de componentes para a nova série de aviões executivos E-Jets, a série E2. A fabricante brasileira de aviões já está em contactos com o Governo português para aproveitar os fundos comunitários do programa Portugal 2020, diz, em entrevista exclusiva ao Diário Económico, Frederico Fleury Curado, presidente-executivo do grupo Embraer.

"Já desenvolvemos os protótipos dos novos E-Jets, a série E2, em Évora e estamos a discutir com o Governo português, no âmbito do Portugal 2020, que se faça em Évora a fabricação dos aviões", explicou. Os fundos comunitários "são um dos pontos importantes para a decisão", admitiu, embora não seja o único. Já a construção das fábricas de Évora, onde "a experiência tem sido bastante positiva", foi realizada com o apoio de fundos comunitários e Frederico Fleury Curado quer replicar o modelo para trazer a nova série para Portugal, embora não revele qual o investimento previsto em Évora.

A Embraer vai agora começar a preparar as candidaturas mas, garante o presidente da empresa brasileira, "não podemos esperar até 2020. Nos próximos 12 meses gostaríamos de ter uma decisão porque precisamos de definir onde vamos fixar a produção dos componentes".

Questionado sobre se está prevista a produção de mais partes do cargueiro militar KC-390 em Portugal, nomeadamente do "cérebro" do avião, Frederico Fleury Curado revela apenas que a empresa já montou um núcleo de engenharia mas "ainda está a avaliar as oportunidades". A OGMA, onde a Embraer tem 75% do capital (ver texto ao lado) produz a fuselagem central do avião e há outros componentes que estão a ser fabricados em Évora.

"No caso dos KC-390 o acordo inicial de parceria entre o Brasil e Portugal diz respeito a segmentos produzidos pela OGMA. O que está a ser feito em Évora vai além do nosso compromisso. Foi decisão da Embraer fazer em Évora essa fabricação. Podíamos ter escolhido o Brasil ou outro local", frisa Frederico Fleury Curado.

No memorando de entendimento consta ainda a intenção do Governo português de comprar seis KC-390 para substituir os actuais C-130 daForça Aérea Portuguesa. A compra ainda não está fechada e o presidente-executivo da Embraer não quis adiantar detalhes sobre o estado das negociações mas a Lei da Programação Militar prevê já uma verba de 40 milhões de euros iniciais para a aquisição destas aeronaves. "É bastante natural que a aquisição venha a ocorrer, até porque faz parte dos compromissos", admite Fleury Curado. "Como fabricante vamos aguardar a necessidade do cliente, neste caso o Estado português. Não há pressão de tempo."

Apesar de Portugal ter um peso relevante na actividade industrial da Embraer - que, além do Brasil, tem fábricas nos Estados Unidos - o presidente da empresa não prevê a construção de mais unidades em Portugal. "Antes de pensarmos em novas fábricas temos de expandir a capacidade nas fábricas que temos. Esta expansão vai depender do crescimento da empresa. Tudo depende do mercado", conclui.

Fonte: Diário Económico

terça, 31 março 2015 08:57

Eborense de 15 anos vence prémio internacional de fotografia

Beatriz Rocha venceu a categoria Cultura na secção juvenil (até 19 anos) dos Prémios Mundiais de Fotografia Sony, considerada a maior competição do género a nível internacional.

A jovem portuguesa, que frequenta o 9º ano na escola Secundária Gabriel Pereira, em Évora, onde reside, admitiu à agência Lusa ter ficado chocada com a vitória.

"Chorei, ri-me e por momentos não acreditei... Creio que ainda não tenho a noção do que ganhei. Os meus pais fizeram uma festa maior que eu, apesar de eu estar igualmente ou mais feliz", contou.

Beatriz Rocha era uma dos oito finalistas da categoria, onde chegou após uma seleção entre 6.600 candidaturas de todo o mundo feita por um júri de profissionais.

Ao todo, foram a concurso 183.737 imagens nesta edição do prémio, na qual o português Eduardo Leal (4SEE Photographers) é também finalista na secção para profissionais na categoria Campanhas.

As secções em competição dividem-se em profissionais e juvenis e, por sua vez, em 13 categorias temáticas, que vão desde a paisagem, a arquitetura, a atualidade, conceptual, artes, retratos, viagens, entre outras.

A imagem vencedora de Beatriz Rocha foi captada no ano passado no Teatro Garcia de Resende, onde acompanhou o pai, fotógrafo profissional, numa sessão de fotografia com o grupo "Cantares de Évora".

A ideia, explicou, era juntar duas dimensões da memória histórica de Évora, cujo centro histórico já era património da Humanidade e cuja parte da cultura pretendia ser classificada Património Imaterial.

A jovem disse ter experimentado várias perspetivas, mas gostou especialmente desta: "Na foto os cantantes estão num 'à vontade' que eu achei muito interessante".

Além do interesse por fotografar, que serve para se expressar e "abstrair do quotidiano", herdou do pai a máquina que usou, um modelo destinado a fotógrafos experientes.

Recebeu também dos progenitores o incentivo a participar na competição, apesar de o pai não o ter feito: "Ele, não sei bem porquê, não concorre a concursos".

O prémio vai valer à jovem eborense uma máquina fotográfica de topo e um smartphone da Sony, bem como a entrada para o prémio de Jovem Fotógrafo do Ano.

O vencedor receberá o galardão numa cerimónia em Londres a 23 de abril, quando serão anunciados os galardoados das categorias profissionais.

Independentemente do resultado final, a imagem de Beatriz Rocha já conquistou a presença numa exposição em Londres, entre 24 de abril a 10 de maio, e num livro a publicar com as melhores imagens da edição de 2015 dos Prémios Mundiais de Fotografia Sony.

Apesar do feito, a adolescente prefere olhar para a fotografia como um 'hobby' e não como uma aspiração profissional.

"Por enquanto estou a pensar seguir uma carreira no ramo da física, mas sou jovem, portanto terei tempo para pensar e talvez mudar de ideias", disse.

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