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quinta, 17 julho 2014 15:40

Évora: Parque de Ciência e Tecnologia conta com 25 empresas

Vinte e cinco empresas e mais de 70 postos de trabalho foram criados no primeiro ano e meio de funcionamento do Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo (PCTA), em Évora, foi hoje anunciado.

"O parque tem 25 empresas e contribuiu diretamente para a criação de mais de 70 postos de trabalho diretos e qualificados", avançou à agência Lusa o diretor-geral do PCTA, João Carlos Mateus, a propósito dos primeiros 18 meses de funcionamento da infraestrutura.

O responsável ressalvou que nesta contabilidade "não está ainda incluída, talvez, a maior âncora" do PCTA, que é o centro de serviços remotos da empresa Capgemini, anunciado em maio e que vai abrir em setembro, prevendo a criação de até 150 postos de trabalho.

"A Capgemini está em fase de recrutamento" e, nas instalações provisórias do parque, na Universidade de Évora, a empresa "está a fazer, quase todos os dias, um conjunto de entrevistas" para "contratar cerca de 50 pessoas para iniciar a atividade em setembro", disse.

Além deste projeto, João Carlos Mateus destacou que, nas últimas semanas, foi inaugurado um parque solar com tecnologia fotovoltaica de concentração da Glintt Energy, num investimento de cinco milhões de euros, e criadas quatro "spin off's" (empresas nascidas de um grupo de pesquisa).

De acordo com o diretor-geral do PCTA, no final de 2013, na altura com 17 empresas, o volume de negócios ascendia a 17 milhões de euros, dos quais 25 por cento com origem na exportação.

"Não temos dados relativamente a 2014, mas tudo leva a querer que estes valores são muito mais altos que os já alcançados em 2013", referiu, adiantando que Europa, Estados Unidos da América, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Tanzânia e Emirados Árabes Unidos eram os principais mercados.

O responsável deu como exemplo a empresa AlentApp, que desenvolve aplicações para telemóveis, como caso de sucesso, indicando que foi "criada em maio e que já tem em carteira de clientes muitos milhares de euros de vendas de produtos e serviços".

O PCTA é uma vertente do Sistema Regional de Transferência de Tecnologia (SRTT), que envolve 21 parceiros, de entre os quais a Universidade de Évora, os politécnicos de Beja, Portalegre e Santarém, empresas e outras instituições da região.

Publicado em Alentejo
quinta, 17 julho 2014 08:20

Alentejo quer captar novos investidores e residentes

Dar visibilidade ao Alentejo enquanto território de oportunidades económicas e qualidade de vida é uma das principais missões da Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo (ADRAL). "Procuramos promover o desenvolvimento territorial. Mas temos que atrair primeiro as pessoas para que depois possam vir as empresas", afirmou Luís Cavaco, Director-geral da ADRAL, num almoço com jornalistas, promovido ontem na Casa do Alentejo, em Lisboa, e que visou a apresentação do "PROMOALENTEJO". Um projecto, que teve inicio há três anos, enquadrado no Apoio à Dinamização do Investimento no Alentejo e que termina agora, e que teve como principal objectivo a captação de investimento para a região. "Tentámos mostrar o que tem o Alentejo para oferecer, não só a quem o visita, mas também a quem pretende ir para lá viver", acrescentou o responsável.

O Centro de Ciência do Café, instalado em Campo Maior desde Março deste ano, é um dos casos de sucesso da região do Alentejo, e muito se deve à sua localização. "Eu acho que Campo Maior se assume cada vez mais como a capital do café. Estamos praticamente no eixo Lisboa-Madrid e na zona da fronteira para toda a Europa", afirma Cecília Oliveira, directora do Centro de Ciência do Café, acrescentando que, em apenas cinco meses de actividade, o centro já ultrapassou os dez mil visitantes. "Só na passada Quarta, Quinta e Sexta-feira recebemos cerca de 600 visitantes", afirma.

Segundo a responsável, para além do mercado nacional e espanhol, que são os que visitam em maior número o centro, tem-se notado um crescimento no número de visitantes provenientes do norte da Europa. "Actualmente, estamo-nos a preparar para que as escolas, a partir e Setembro, possam para além de visitar a exposição permanente do centro, participar em experiências cientificas".

"Nós temos uma oferta interessante do ponto de vista da hotelaria. Mas é necessário, para que possamos ter as pessoas no Alentejo por vários dias, que haja outras actividades que consigam dotar a região de outras estruturas que permitam às pessoas gozar de um novo património ligado à ciência e tecnologia, e este é um bom exemplo disso", afirmou Luís Cavaco.

Empresas escolhem Évora
Na mesma ocasião, a ADRAL convidou outras duas empresas para dar o seu testemunho. Recentemente chegadas ao Alentejo, a Capgemini e a Glintt escolheram Évora para abrir os seus centros.

Segundo Paulo Santos, responsável da Capgemini, "Évora tem condições tecnológicas de rede de fibra como não há noutros sitios, tem um Parque de Ciência e Tecnologia, no qual já existe um conjunto de empresas onde é possível ter sinergias de conhecimento, tem umas universidade e vários politécnicos nas redondezas e está a pouco mais de uma hora de Lisboa".

Razões que também cativaram a Glintt, uma empresa com actuação na área da energia, farmácia, engenharia e consultoria. Uma vez que os projectos futuros da Glintt impõem a internacionalização, "a proximidade a Lisboa e ao Aeroporto Internacional era essencial", destaca Nuno Lucas, senior consultant da empresa, citando também a aposta da tecnologia na cidade de Évora, e a presença de hospitais e universidades, como factores determinantes nesta escolha.

Publicado em Alentejo

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